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Em 2011, vamos fazer muito mais

Em 2010…

… jogamos futebol em uma cama elástica, subimos em um trem em movimento, vasculhamos museus e gavetas atrás de fotografias históricas, dirigimos atores em cena, criamos um modelo exclusivo de gravata, colamos adesivos vermelhos em 5.000 jornais, queimamos a primeira página e montamos uma rede elétrica dentro de uma caixa de tomates, entre outras coisas, para fazer nossas capas;

… devolvemos à reportagem o status que ela merece, tratando com profundidade e originalidade de temas como meio ambiente, saúde, economia, política, educação, história, cultura, esporte;

… acompanhamos a dupla CA-JU em campo, transmitimos imagens ao vivo dos estádios, dedicamos um podcast exclusivo aos times do coração da cidade, comentamos, fotografamos, demos voz aos torcedores, apoiamos os nossos clubes; 

… fizemos a mais completa e democrática cobertura das eleições em Caxias do Sul. Ouvimos candidatos de todos os partidos, transmitimos ao vivo de Porto Alegre entrevistas com os principais concorrentes ao Piratini, montamos um estúdio na Redação para conversar com representantes de todas as correntes políticas, transmitimos ao vivo os comícios de Dilma e Serra em Caxias, promovemos debates inéditos, revelamos os bastidores e as contas das campanhas eleitorais;

… divulgamos praticamente todos os eventos culturais da cidade, cobrimos os mais importantes – como o New Jazz Festival, transmitido ao vivo no site –, valorizamos a produção local com resenhas de livros, filmes, peças de teatro e espetáculos de dança e grandes reportagens, discutimos com profundidade (e propriedade) a cultura caxiense;

… fizemos milhares de amigos nas redes sociais, instauramos um diálogo aberto de verdade entre o jornal e seus leitores, ganhamos um prêmio de reconhecimento, abrimos uma nova fronteira para o jornalismo independente, provamos que conteúdo é fundamental;

… fomos o primeiro jornal do Sul do país a lançar sua versão para o iPhone.

Em 2011, vamos fazer muito mais. 

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Ganhe o livro ‘História de não acontecer’, de @regesschwaab, da ed. @modelodenuvem. Siga @ocaxiense e RT (foto e resenha)

PROMOÇÃO ENCERRADA!

@Bia_Chiesa e @thesunrises ganharam o livro História de não acontecer, de Reges Schwaab. O sorteio foi feito pelo site Random.Org. 

O jornal O CAXIENSE começa 2011 incentivando o hábito da leitura.

A editora Modelo de Nuvem oferece para os leitores do jornal dois exemplares do livro História de não acontecer, de Reges Schwaab.

Para concorrer, basta seguir O CAXIENSE no Twitter e dar RT no post da promoção.

Leia a resenha publicada na edição 46 do jornal O CAXIENSE:

Existência nos olhos da mãe

por Paula Sperb

Um capítulo inteiro em apenas uma frase prova o quanto bem escolhidas são as palavras de História de não acontecer, o primeiro livro de Reges Schwaab e o primeiro livro de prosa da pródiga editora Modelo de Nuvem. Contrário do que se possa ordinariamente concluir ao se deparar com uma prosa tão enxuta, há muito significado em poucas linhas. Por mais que a própria imagem da capa indique o que está por vir ao abrir o livro e que a metáfora da concha e o caracol seguindo seu próprio rastro sinalizem um movimento cíclico, a prosa deve ser lida na sequência indicada pelo autor. Há um “Guia de Leitura”, tão prescritivo quanto Aristóteles, em sua A Poética, recomendando que “as partes devem ser lidas na ordem apresentada. Obrigatoriamente.” O mundo do menino N.A – que nasce contraditoriamente em 21 de dezembro, quando começa o verão, remetendo ao calor, à proteção do colo morno de uma mãe – cabe todo em sua concha. Mas N.A não consegue caber em si. N.A é um menino que não queria ter nascido, “seguia a pensar que só fora feliz antes de nascer”. A estranheza causada pelas impressões do garoto ao refletir sobre o significado de sua existência fazem com que N.A e Gregor Samsa tenham muito em comum. História de não acontecer está bem próximo de A Metamorfose, de Franz Kafka. Não no estilo, mas na sensação de sufoco e de inadequação que causa no leitor. A semelhança também aparece nas metáforas do caracol e da barata, respectivamente. O Homem, o Velho, a Velha, a Mulher, a Tia, são personagens da narrativa e do universo familiar criado por Reges. Neste aspecto da denominação das pessoas lembra obrigatoriamente José Saramago, em Ensaio sobre a Cegueira, e seus personagens sem nome próprio. N.A passa a vida desejando não ser, abusado pelo Velho, maltratado pela Velha e rejeitado pelo Homem. Mesmo assim não há amargura na sua subjetividade, há até um certo humor, na representação das garfadas da Velha “…”. O livro é uma experiência plena de um jogo de linguagem, como teorizado pelo filósofo Wittgeinstein, em Philosophical Grammar. N.A só tem duas fotografias em cadastros, mas as destruiu. Sabe que “só existe uma verdadeira fotografia… quando nos vemos nos olhos do outro”. A fotografia nos olhos de sua mãe lhe basta. 

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Capas do @ocaxiense expostas no Ordovás até domingo

#ocaxiense1ano

O Jornal O CAXIENSE completou um ano no último dia 5. Neste aniversário, que comemora o sucesso de uma nova proposta de jornalismo para Caxias do Sul, a exposição O Caxiense Um Ano, com curadoria de Mona Carvalho, mostra 12 capas selecionadas. Em cada tela, legendas contextualizam as reportagens e contam os bastidores da produção das capas, outro diferencial do jornal. O conjunto é um resumo das melhores capas, as principais manchetes e os assuntos mais importantes entre as 53 edições de jornalismo inteligente impressas durante o ano 1.

Até o próximo domingo (12), cinco capas que inegram a exposição ocupam o saguão do Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho. A exposição completa abre no dia 22 de fevereiro, às 20h, no Catna Café. 

Confira abaixo o cronograma de circulação da exposição.

Primeira mostra:

Centro de Cultura Ordovás |

De 4 a 12 de dezembro

Rua Luiz Antunes, 312

Exposição completa:

Catna Café |

De 23 de fevereiro a 13 de março de 2011

Av. Julio de Castilhos, 2.854, São Pelegrino

Abertura |

23 de fevereiro, às 20h30

Circulação:

Espaço Cultural da Ftec |

De 21 a 31 de março de 2011

Rua Gustavo Ramos Sehbe, 107, Cinquentenário

Espaço Cultural da Fai |

De 4 a 16 de abril de 2011

Rua Sinimbu, 1.670, Centro

Campus 8 |

De 18 a 30 de abril de 2011

Rodovia RS-122, Km 69

Anúncio publicado na edição 53 - NAS BANCAS ou para assinantes.

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Ganhe o livro ‘Fim das coisas velhas’, de Marco de Menezes, finalista do Açorianos. Siga @ocaxiense e RT

O jornal O CAXIENSE segue em ritmo de aniversário e continua com seus sorteios no Twitter. A editora Modelo de Nuvem oferece para os leitores do jornal dois exemplares do livro Fim das coisas velhas, de Marco de Menezes, finalista do Prêmio Açorianos de Literatura 2010. 

Para concorrer, basta seguir O CAXIENSE no Twitter e dar RT no post da promoção.

Leia abaixo resenha do livro publicada na versão impressa:

Fim das Coisas Velhas | por Paula Sperb

Não confie na tentativa de explicar um poema

A figura de Alberto Caeiro tomando um mate é perfeitamente possível após a leitura das 96 páginas de primorosa poesia de Marco de Menezes em Fim das coisas velhas. O heterônimo de Fernando Pessoa conversa em harmonia com o poeta que se lê nas páginas do livro da editora Modelo de Nuvem.

Principalmente nos poemas que flaneam sobre a natureza dos pampas. No cenário urbano, outra pessoa do escritor português se identifica melhor com Menezes. É Álvaro de Campos surpreendido pela modernidade. Mas Marco de Menezes tem algo que Álvaro de Campos não possui: uma serenidade de quem veio do interior, mora na cidade e entende as coisas como elas são, sem pressa.

Essa dicotomia tratada na poesia regionalista (universal!) entre campo e cidade aparece também no livro através das diferenças entre Uruguaiana e Caxias do Sul, passado e presente. A natureza sulista presente em alguns poemas lembra muito Augusto Meyer de Poesias (1924-1925) quando faz uso da imagem dos chorões (árvores) tocando a água. Ao usar datas (Maio de 32, Velha na janela 2009), endereços (Arquíloco do Pio X, Rua Santana, 1890) e referências culturais pessoais (Corto Maltese, Stan Lee, Roberto Bolaño, Andy Kaufman), sente-se incorporado um Tyrteu Rocha Vianna, como em Saco de Viagem, que surge nos poemas mais curtos.

Há também um certo romantismo, como não, na poesia de Marco. Uma figura feminina delicada, curvilínea, angelical, etérea que flutua – quase é possível ouvir sua voz – entre as quatro divisões do livro: Torvelinho, Os pátios, Como um peixe de parede, Ítaca, Itaqui. Marco de Menezes segue o pensamento do crítico Ezra Pound, em A arte da poesia, quando busca a “palavra exata”. Rizoma,bólido, plâncton, falésia são palavras usadas, entre tantas outras, que exprimem o significado preciso sem metáforas. Ainda com Ezra Pound, o “objeto natural” é o símbolo perfeito, afinal. Até plantas e objetos ultrapassam sua condição através da vontade – a força que move os seres vivos em direção à sobrevivência como explicaria Max Scheler em sua filosofia antropológica.

“uma planta há que

não sabe que é planta

posto que inclina

algumas folhas

sobre a mesa e

bica a mesa

(que afinal é uma mesa que ignora ser mesa

e pensa ser rio)

toca com a ponta de suas folhas

a madeira da mesa

esta planta se pensa

um flamingo.”

Temos que concordar com T. S. Eliot e não confiar na tentativa de explicar um poema. Por isso, leia Fim das coisas velhas, com destaque para o poema que leva dá nome ao livro.

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Festa #ocaxiense 1 ano
A equipe do jornal O CAXIENSE agradece a todos que compareceram no Leeds Pub na última sexta (3) ou twittaram de casa a hashtag #ocaxiense1ano participando indiretamente da festa e aparecendo no telão.
Muitas ‘arrobas’ estiveram presentes e foram, literalmente, nosso presente de aniversário.
Que venham os próximos! 

Festa #ocaxiense 1 ano

A equipe do jornal O CAXIENSE agradece a todos que compareceram no Leeds Pub na última sexta (3) ou twittaram de casa a hashtag #ocaxiense1ano participando indiretamente da festa e aparecendo no telão.

Muitas ‘arrobas’ estiveram presentes e foram, literalmente, nosso presente de aniversário.

Que venham os próximos! 

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Ganhe uma escultura ‘Carolina’ de Daniela Antunes. Siga @ocaxiense e RT para concorrer #ocaxiense1ano. Foto

Há ‘Carolinas’ espalhadas por quartos, salas e projetos arquitetônicos de Caxias do Sul. Para concorrer a uma escultura da artista plástica Daniela Antunes, dê RT no post da promoção do Twitter. 

Promoção de aniversário de 1 ano do jornal O CAXIENSE.

Aproveite e faça uma assinatura do jornal O CAXIENSE com 50% de desconto. 

Participe da festa #ocaxiense1ano hoje. 

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Hoje vamos sortear uma ‘Carolina’ (foto) para os seguidores. Fique ligado! #ocaxiense1ano

Também vamos sortear mais livros. @ocaxiense é cultura! 

Participe da festa #ocaxiense1ano hoje!

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Ganhe uma escultura em cerâmica de Simone Sgorla. Siga @ocaxiense e RT para concorrer #ocaxiense1ano. Foto

No aniversário de 1 ano do jornal O CAXIENSE você pode ganhar uma delicada rosa, de 15cm x 20cm, da artista plástica Simone Sgorla.

Para concorrer dê RT no post da promoção do Twitter. 

Aproveite e faça uma assinatura do jornal O CAXIENSE com 50% de desconto. 

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Ganhe o livro ‘Meu Pequeno Brasileiro’, do Peninha. Siga @ocaxiense e dê RT para concorrer ao brinde da @belasletras

#ocaxiense1ano

Aprender um pouco da história do Brasil é a proposta do livro ‘Meu pequeno Brasileiro’, de Eduardo Bueno, o Peninha, com ilustrações de Carlinhos Müller. São dois exemplares oferecidos pela editora Belas Letras para os leitores do jornal O CAXIENSE no aniversário de 1 ano.

Para concorrer, siga @ocaxiense no Twitter e dê RT no post da promoção. 

#ficaadica festa #ocaxiense1ano


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Siga @ocaxiense, dê RT e concorra ao livro ‘Arquitetos da Serra Gaúcha’ da @belasletras

#ocaxiense1ano

Dois exemplares do livro ‘Arquitetos da Serra Gaúcha' são os presentes desta terça (30) para os leitores do jornal na semana comemorativa #ocaxiense1ano.

Os livros são da editora caxiense Belas Letras. Veja fotos abaixo.

Para concorrer, siga @ocaxiense no Twitter e dê RT no post da promoção. 

#ficaadica festa #ocaxiense1ano